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Rinoplastia e septoplastia são feitas juntas? Entenda quando isso é indicado

  • 29 de abr.
  • 2 min de leitura

Uma dúvida bastante comum entre pacientes é se a rinoplastia e a septoplastia precisam ser realizadas juntas e em quais situações isso realmente é necessário.


A resposta, na maioria dos casos, é sim. Mas entender o motivo dessa associação é fundamental.


O que é rinoplastia e o que é septoplastia?

A rinoplastia é a cirurgia responsável por modificar a estética e, em muitos casos, também a função do nariz.


Já a septoplastia é o procedimento que corrige o septo nasal, estrutura interna que divide as narinas e que, quando desviada, pode causar dificuldade para respirar.


Embora sejam cirurgias diferentes, elas frequentemente caminham juntas.


Por que essas cirurgias são feitas ao mesmo tempo?

Na rinoplastia moderna, o objetivo não é apenas reduzir ou alterar o formato do nariz, mas também estruturar e dar sustentação adequada.

Para isso, é comum utilizar a cartilagem do próprio septo.


Essa cartilagem é fundamental para:

  • Dar suporte à nova estrutura nasal

  • Melhorar a definição da ponta

  • Garantir maior estabilidade ao longo do tempo

  • Evitar deformações futuras


Por esse motivo, mesmo pacientes que não apresentam desvio de septo geralmente passam por essa etapa durante a cirurgia.


E quando há desvio de septo?

Nesses casos, a indicação se torna ainda mais clara.

Além da remodelação estética, a septoplastia corrige o desvio, o que pode melhorar significativamente a respiração do paciente.


Ou seja, há um ganho funcional importante associado ao resultado estético.


Existem casos em que não é necessário?

Existem exceções, mas são menos comuns.


Na maioria das rinoplastias estruturadas, a manipulação do septo faz parte do planejamento cirúrgico, seja para correção funcional, seja para aproveitamento da cartilagem.


O que acontece quando o septo não é suficiente?

Em alguns pacientes, a quantidade de cartilagem disponível no septo pode não ser suficiente para atingir o resultado desejado.


Nesses casos, o cirurgião pode optar por utilizar cartilagem da orelha ou da costela, sempre com indicação individualizada.


Cada caso precisa ser avaliado de forma única

A decisão de realizar rinoplastia associada à septoplastia depende de uma análise detalhada da anatomia e dos objetivos do paciente.


Mais do que uma regra, trata-se de um planejamento personalizado, que leva em conta tanto a estética quanto a função respiratória.


Por isso, contar com um especialista nessa área é essencial para garantir um resultado equilibrado, seguro e duradouro.


Dra. Karoline Cedraz

Especialista em Rinoplastia Estruturada em Feira de Santana

Médica Especialista em Cirurgias Plásticas da Face

CRM 31400 | RQE 22190

 
 
 

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